Com O Reino do Planeta dos Macacos , a franquia entra em uma nova fase, gerações após a morte de César. O filme é visualmente deslumbrante e expande o mundo, mostrando como os ensinamentos de César foram distorcidos ao longo do tempo, gerando seitas e tiranias. Embora não tenha o peso emocional da trilogia de Serkis, prova que o universo tem pernas para andar sozinho.
Ambientado 10 anos depois. O vírus "pandora" dizimou a humanidade. César tenta manter uma sociedade pacífica enquanto enfrenta um líder humano radical (Gary Oldman) e um bonobo chamado Koba, movido por trauma e ódio. É um épico sobre liderança, vingança e se a violência é inerente a qualquer civilização. planeta dos macacos série de filmes
A série Planeta dos Macacos é um raro exemplo de consistência temática em Hollywood. Seja nos anos 60 ou nos anos 2020, o cerne da história permanece o mesmo: Com O Reino do Planeta dos Macacos ,
9/10. Recomendação: Se você só viu os filmes antigos, dê uma chance à trilogia moderna. Se você só viu os modernos, assista ao original de 1968 para entender a origem do mito. Ambientado 10 anos depois
Continuação direta, onde outro astronauta, Brent, descobre que os macacos estão desenvolvendo uma sociedade civilizatória. O final é ainda mais pessimista que o primeiro, mostrando a destruição total da Terra por uma bomba atômica.
Uma história de origem brilhante. O macaco César (Andy Serkis), criado pelo cientista Will (James Franco), desenvolve inteligência humana devido a um vírus experimental. Quando é forçado a viver em um santuário cruel, lidera uma rebelião. O filme humaniza os macacos e demoniza (com razão) a negligência humana.
O encerramento de orçamento baixo. Humanos e macacos sobreviventes de uma guerra tentam viver em paz. Apesar das limitações técnicas, propõe uma reflexão sobre a coexistência e o ciclo vicioso da violência.